segunda-feira, 31 de julho de 2006

o insano efeito borboleta

"Pra voltar pra ontem, sem temer o futuro
e olhar pra hoje, cheio de orgulho
eu voltaria atrás do tempo"


ontem tive um momento melodramático quando essa música tocou o meu ouvido. pensei que o sentido que havia no mundo apenas poderia ser encarado no efeito ex nunc, mas quando esta poesia cantada tocou no rádio, entendi que o " efeito borboleta" também é muito poderoso. se você tiver achando o presente obsoleto demais, volte ao pretérito e sinta o quando vale a pena lembrar. e pra melhora de vida... leia "quando o tempo acordou" escutando barão vermelho.

sexta-feira, 28 de julho de 2006

muito além da vontade.

assim como o Zeca Baleiro, hoje eu acordei com vontade de fazer alguma coisa; mandar flores ao delegado? talvez não. Nietzsche que me perdoe, mas a culpa não me deixa dormir - eu sou mais uma fraco - mas hoje vou dizer a verdade pela última vez, talvez assim eu consiga ser um "além do homem" ou um "triste nordestino".
tolo e fracote: sinônimos do meu nome. como posso gostar de alguém, e nem ao menos olho no seus olhos guando o destino nos prega uma peça? tédio e esquizoanálise, rosas e vinho tinto, complexo de édipo. droga, eu me apeixonei pelos erros dela...o que faço? pago os meus pegados ou não?
já sei, vou ouvir "último romance"...

quinta-feira, 20 de julho de 2006

o que foi será?

ainda vou ver eles medigarem o pão das sete. encontrei uma lan house que o teclado parece mais um tronco de árvore; duro e imundo!

mais e menos...

até quando vou ser um anti-tudo? sei lá! deixa está como está, pois se eu morrer coisas pra contar eu terei! os peixes devem voar. e pequeno é céu pro tamanho do ódio que sinto do olimpo. maldito seja o calcanhar de aquiles! demasiadamente desumano. políticamente cansado e atrasado. aliás, eu tô de saco cheio dessas chamadas para as festas da região do rio das trairas. eu odeio esse sodômico município. pena que tenho que ser útil a ele, mas ainda penso ser um tecnocrata...há sentido nisso tudo? foda-se, eu quero é provocar os caras pintada. no mais, estou indo embora!

sexta-feira, 14 de julho de 2006

pra lembrar do cara.

" meus heróis morreram de overdose,
meus inimigos estão no poder"

quinta-feira, 13 de julho de 2006

a eleição não tem meu voto!

Hoje quando acordei pensei e fui clarear os olhos lendo os maravilhosos textos do mais mestre de todos os poetas ultramodernista - Lord Sebastian - é incrível! esse semana ele me fez lembrar da política humana. mesquinhagem com propaganda, é o que eu posso dizer do cenário político brasileiro. o que dizer do benjamim...um sábio, tenho inveja dele, pois suas crenças na política se foram, assim como as minhas parecem ir também. benjamim mandou o ideal de república de bananas para o inferno e tornou-se um Anarquista quieto, não um analfabeto político, mas um ser que pensou e disse: "vocês que são ratos que se entendam, deixem eu viver e respirar o ar que ainda é dando pelos deuses. eu não vou entrar nesse jogo selvagem"

feliz foi Marcola quando jogou na cara do pilantra Moroni a hipocrisia que é o congresso nacional. um ladrão de palitó fazendo perguntas a um filho da miséria, isso é repugnante...a hipocrisia política é a mais cruel...é triste mesmo.

quando um homem chega ao poder ele se torna um napoleão e a mídia junta-se a ele e cria um sistema golpista e maquiavélico digno apenas da mais quente caldeira do inferno. ontem li um pouco sobre Bakunin, um anarquista totalmente diferente do Benjamim. um nado representante da revolução utópica. lembro de um passagem que relatava a sua chegada a Paris na época da revolução de 1948. Bakunin tava tão eufórico que o seu ideal foi traçado ali. um homem capaz de matar para fazer com que a humanidade saia da caverna e vejam o que eles há muito tempo não viram, ou seja, que as para tudo mudar é simples, basta comerçar de novo!

além do homem

quem disse que o homem é bom por natureza? Rousseau? é um anormal! se um homem ver um cego indo na direção de um penhasco ele não faz absolutamente nada. mas quem tá ligando pra maldade do homem? afinal a transmutação dos valores é a filosia ideal - maldade e bondade é coisa de moralista - que morra apolo, eu prefiro dioniso. nietzsche sempre tem razão, maldade e bondande não fazem parte do além do homem, os moralistas que precisam se culpar, eu não...deixem Heráclito chorar em paz! ele pode...o fogo que é o verdadeiro cosmo e falso é aquele que prefere a história ao invés da poesia. não sei o que seia do mundo sem o velho e o moço; versos bárbaros são os meus - não ligo pra gramática - ela é mais uma etiqueta obsoleta. agora eu me sinto um estrangeiro, passageiro de um trem suíço. depois eu digo quem eu sou, pois agora vou me vir no espelho só pra saber quem é quem na história.

domingo, 9 de julho de 2006

é claro que é rock!

o ritmo da via é o rock na voz do Rei, na guitarra do Fretaj e nas letras dos Hermanos...

filosofia do mundo ideal

se o mundo real é uma cópia do ideal, então eu quero ficar entre os dois, pois entre os dois mundo não há um conceito.

Lord Sebastian é um Gênio; aquela dos três poderes é um punhal anti-demagogia.

quarta-feira, 5 de julho de 2006

isso é tudo!

olha o que o camelo criou - primeiro cd

Descoberta
Marcelo Camelo

Sai, que já não te quero mais
Sai, porque hoje eu descobri
Que posso viver sem ti
Que posso viver em paz
Muito bem sem teu amor
Sai, porque agora eu sou
Um homem bem mais feliz
Um homem bem mais feliz
Vai, hoje a lágrima não cai
Sei agora o mal que faz
Dar amor a quem não ama
Dar amor a quem só traz
Ódio e desilusão
Que maltrata o coração
Precisando de carinho
Precisando de carinho
Minha amada,
Não consigo mais viver ao lado teu
Não consigo mais te dar o meu amor
Hoje vivo muito bem sem tua boca
E sozinho não conheço mais a dor
A pintura não é a capa do cd. É uma das grandes pinturas de Van Gogh,
o mais sentimental dos pintores. Essa música parece um pouco com a história amorosa dele.

lição de uma vida mediocre

se quiseres perguntar o que fiz na vida, respondo-te simplismente, só faço mediocridade. um zé ninguém que finge ser um maluco beleza. eu não posso te dar uma lição de vida.

domingo, 2 de julho de 2006

Garçon, um teacher com gelo por favor...

há um cenário mais perfeito do que esse que Van Gogh criou?
acho que sim...

Paulatinamente a vida me aborta.

1 de julho às 23:30.

Hoje a seleção brasileira foi eliminada da copa do mundo. Já eu fui mais uma vez ferido pelo poder da tirania. O Brasil se danou com o Zidane. chora, galvão e vai lamber sabão. Que morra a última vontade que tenho de viver! “Você está com depressão?”; foi a pergunta que me fizeram. Eu não sei, mas se depressão é sinônimo de tristeza e sonolência, acho que estou, pois me sinto assim. É verdade, eu devo está com depressão...Viva! Quer dizer, morra! Pelo menos este estado de espírito me deixa mais amigo de mim mesmo, pois aos poucos o meu eu revela quem eu realmente sou. Aos poucos descubro que sou mais um Prometeu da vida, ou melhor, eu sou um Édipo aberrado. Professor de teologia, deixe-me em paz, pois eu estou pouco me lixando para o fim do mundo e não ligo se Paulo foi a Roma. Prefiro deitar no sofá e assistir “o fabuloso destino de Amelie”. O que menos me atrai é a teologia. É a teologia uma ciência? Sei lá, eu quero que ela saia do meu caminho. Como posso querer eu entender os mistérios divinos, se eu nem me conheço. Os teólogos rodam e não saem do lugar. Ao invés de rodar eu prefiro ficar parado olhando para a cidade que dorme. A minha doença é moda em 2006, assim falou o meu eu. Eu não sei mais o que digo. Deixa o acaso me proteger, pois quem tem coragem não finge e um dia me disseram que as nunvens não eram feitas de algoodão.

sábado, 1 de julho de 2006

vontade de dizer adeus.

hoje acordei com vontade de pargar adiantado ádiantado o meu plano funerário. o fim está próximo. quem viver verá.