
Quem prega mais peça, a vida ou o amor? Vida e amor estão diretamente ligados? Aquele respira sem este, ou é o contrário?
Estas indagações vieram a minha cabeça logo após rever “Diário de uma Paixão”. Depois de “Antes do Amanhecer”, é o meu filme preferido. Não que não existam outros, mas este mexe muito comigo. Este simples filme passa-me algo de bom. Traz-me uma esperança diferenciada. Não é sempre que os filmes tiram minha atenção, porém esta apaixonante trama desliga-me por completo da realidade. É como se um pouco de mim estivesse naquele filme, apesar de eu nunca ter tido uma história de amor de verdade (leia-se aqui a palavra verdade no sentido mais verdadeiro da palavra).
Todos os homens sonham em ser o Noah. Toda mulher não pensa muito em ser um Allie - amar uma pessoa é mais fácil do que amar duas.
Sim, todo homem sonha em ter a sua amada de volta - aquela que se perdeu ao longo dos anos. Não que ela tenha ido embora, mas o tempo e as influências tomaram-na de tal modo, que ela já não mais parece àquela menina linda que, em outros tempos, olhava-o sempre com um olhar apaixonante.
Noah é feliz. É um homem realizado. Tendo o homem a mulher que ama o que mais o falta? Dinheiro, beleza, fama? Não, não falta nada. Estas coisas são infinitamente insignificantes perto do amor que um homem pode ter por uma mulher.
Neruda, Nando reis, Amarante, Odair José, Nietzsche, Rilke e Goethe foram homens que amaram ou ainda amam mulheres especiais tipo Allie, pois suas obras têm na sua essência o amor, não o falso amor – aquele egoísta, mas o verdadeiro amor – aquele que é revestido por uma vontade de estar sempre perto, ou seja, a sua casa é o seu amor e, consequentemente, a sua amada é o seu lar.
Quando se ama não se escuta uma música só por escutar. Quando se está longe da mulher amada, ainda que a distância seja mínima, é como se o mundo parasse e as cores já mais existissem.
Estas indagações vieram a minha cabeça logo após rever “Diário de uma Paixão”. Depois de “Antes do Amanhecer”, é o meu filme preferido. Não que não existam outros, mas este mexe muito comigo. Este simples filme passa-me algo de bom. Traz-me uma esperança diferenciada. Não é sempre que os filmes tiram minha atenção, porém esta apaixonante trama desliga-me por completo da realidade. É como se um pouco de mim estivesse naquele filme, apesar de eu nunca ter tido uma história de amor de verdade (leia-se aqui a palavra verdade no sentido mais verdadeiro da palavra).
Todos os homens sonham em ser o Noah. Toda mulher não pensa muito em ser um Allie - amar uma pessoa é mais fácil do que amar duas.
Sim, todo homem sonha em ter a sua amada de volta - aquela que se perdeu ao longo dos anos. Não que ela tenha ido embora, mas o tempo e as influências tomaram-na de tal modo, que ela já não mais parece àquela menina linda que, em outros tempos, olhava-o sempre com um olhar apaixonante.
Noah é feliz. É um homem realizado. Tendo o homem a mulher que ama o que mais o falta? Dinheiro, beleza, fama? Não, não falta nada. Estas coisas são infinitamente insignificantes perto do amor que um homem pode ter por uma mulher.
Neruda, Nando reis, Amarante, Odair José, Nietzsche, Rilke e Goethe foram homens que amaram ou ainda amam mulheres especiais tipo Allie, pois suas obras têm na sua essência o amor, não o falso amor – aquele egoísta, mas o verdadeiro amor – aquele que é revestido por uma vontade de estar sempre perto, ou seja, a sua casa é o seu amor e, consequentemente, a sua amada é o seu lar.
Quando se ama não se escuta uma música só por escutar. Quando se está longe da mulher amada, ainda que a distância seja mínima, é como se o mundo parasse e as cores já mais existissem.





