- as aulas de metodologia científica;
- as aulas de direito de família;
- as aulas de hermenêutica;
- os anátemas da unifor (dentro de um paletó) desfilando pelos corredores do fórum;
- as piadas do Celso Portiolli;
- os comentários de um psuedo-filo-barata-nazista que insiste em andar pelos “corredores” inóspitos da unifor;
- as mentiras que eu conto pra mim mesmo;
- a fatura do cartão de crédito;
- a “lizeira” no fim do fim do mês;
- etc.
quinta-feira, 29 de março de 2007
“Me faz chorar... e é feito pra rir”:
terça-feira, 27 de março de 2007
no sábado.
Sábado, resolvi fazer algo mais “sociológico”. Lembrei que tinha que ir ao shopping com minhas queridas tias. Antes de ir, pensei: que tal e com elas e voltar a pé. Parece que naquele sábado eu tinha que mudar a percepção. Tinha que partir para uma visão mais proletária – andar a pé, porque a visão do ônibus, do carro e até mesmo da bike já estavam me entediando.
“Chega de ver as coisas do mesmo lugar. Andar uma boa distância me fará pensar melhor”, disse antes de sair do shopping a. Ufa! A highway é longa grande, mas vale a pena...
Saí do norte shopping às 19:10. Fui andando pela Bezerra de Menezes. Cantei o acústico dos engway todinho. Vi de tudo. Desde ao pobre ébrio dormindo numa calçada, ao pseudo-maurícinho bebendo red bull ao som do *%$#@¨& do forró. Passei por uma praça onde uns senhores de meia idade jogavam xadrez. Parei e joguei uma partida (levei um banho do adversário). Ficou tudo bem, não me abati com a derrota no xadrez, segui em frente pela noite de sábado até chegar a casa. Talvez fosse divertido jogar uma partida de xadrez com o Che, já que aquele era o jogo preferido dele, pensei.
Da praça até em casa sobrou um espaço pro ventura. Às 20:15 cheguei ao velho e bom lar. Estava com o sangue tão quente que poderia cozinhar um ovo na palma da minha mão. Foi muito bom. A única coisa ruim disso tudo é que depois liguei a tv e a vida real voltou ao normal.
Tchau!
“Chega de ver as coisas do mesmo lugar. Andar uma boa distância me fará pensar melhor”, disse antes de sair do shopping a. Ufa! A highway é longa grande, mas vale a pena...
Saí do norte shopping às 19:10. Fui andando pela Bezerra de Menezes. Cantei o acústico dos engway todinho. Vi de tudo. Desde ao pobre ébrio dormindo numa calçada, ao pseudo-maurícinho bebendo red bull ao som do *%$#@¨& do forró. Passei por uma praça onde uns senhores de meia idade jogavam xadrez. Parei e joguei uma partida (levei um banho do adversário). Ficou tudo bem, não me abati com a derrota no xadrez, segui em frente pela noite de sábado até chegar a casa. Talvez fosse divertido jogar uma partida de xadrez com o Che, já que aquele era o jogo preferido dele, pensei.
Da praça até em casa sobrou um espaço pro ventura. Às 20:15 cheguei ao velho e bom lar. Estava com o sangue tão quente que poderia cozinhar um ovo na palma da minha mão. Foi muito bom. A única coisa ruim disso tudo é que depois liguei a tv e a vida real voltou ao normal.
Tchau!
segunda-feira, 26 de março de 2007
na sexta.
A cidade dorme.
As estrelas...
(aos poucos)
Vão perdendo o brilho.
A lua também ensaia a sua retirada.
A música ajuda a insônia passar.
O relógio...
(em vão)
Trabalha incansavelmente.
E o garoto...
(que outrora estava apaixonado)
Olha pra janela e diz:
“Quanto vale a vida longe de quem nos faz viver?”
As estrelas...
(aos poucos)
Vão perdendo o brilho.
A lua também ensaia a sua retirada.
A música ajuda a insônia passar.
O relógio...
(em vão)
Trabalha incansavelmente.
E o garoto...
(que outrora estava apaixonado)
Olha pra janela e diz:
“Quanto vale a vida longe de quem nos faz viver?”
sexta-feira, 23 de março de 2007
M de Mariana
Mari,
Bendita eis entre todas as mulheres.
Não eis uma flor, mas toda a primavera.
Homem nenhum saberá direito como ter o teu amor,
Já que tu eis o próprio amor.
A palavra beleza a ti não cabes. por quê?
Porque a palavra beleza é de origem humana;
Pra ti só as palavras divinas valem...
E, ainda que eu escale o monte mais alto do mundo,
Ainda assim não alcançarei a tua grandeza.
O essencial comparado a ti,
Torna-se obsoleto.
O principal comparado a ti,
Torna-se coadjuvante.
O mar comparado a ti ,
Torna-se uma gota d’água.
Tudo que a ti se compare,
Perde o seu real significado.
Mari,
Já que tu eis o próprio amor,
Homem nenhum saberá direito como ter o teu amor.
Não eis uma flor, mas toda a primavera.
Não eis o céu,
E sim todo o universo.
Bendita eis entre todas as mulheres.
Não eis uma flor, mas toda a primavera.
Homem nenhum saberá direito como ter o teu amor,
Já que tu eis o próprio amor.
A palavra beleza a ti não cabes. por quê?
Porque a palavra beleza é de origem humana;
Pra ti só as palavras divinas valem...
E, ainda que eu escale o monte mais alto do mundo,
Ainda assim não alcançarei a tua grandeza.
O essencial comparado a ti,
Torna-se obsoleto.
O principal comparado a ti,
Torna-se coadjuvante.
O mar comparado a ti ,
Torna-se uma gota d’água.
Tudo que a ti se compare,
Perde o seu real significado.
Mari,
Já que tu eis o próprio amor,
Homem nenhum saberá direito como ter o teu amor.
Não eis uma flor, mas toda a primavera.
Não eis o céu,
E sim todo o universo.
segunda-feira, 19 de março de 2007
Aforismos de um domingo real.
(i) ... o amor é isso. É falar o que sente mesmo que haja um final diferente do que imaginávamos;
(ii) ... quero perder o medo; trocar o medo pelo amor, dizer a quem amo o quanto amo, e dizer tudo, mesmo que seja num mesmo dia, pois pode ser a última vez que nosso olhares se olham;
(iii) ... eu já sei o que é o verdadeiro amor. É aquele que ama sem nada em troca. É o sentimento que te faz ter paciência. É aquele sentimento que te faz falar a verdade, que te faz dizer o que sente ainda que a pessoa não ligue muito;
(iv) ... jamais deixe de procurar a alguém por causa de mim. Não quero que você tenha misericórdia. siga apenas o seu coração, pois eu não valho nada comparado a ele;
(v) ... é respeitar os seus sentimentos, é torcer pela sua felicidade, ainda que signifique a minha melancolia;
(vi) ... uma coisa que eu sei fazer muito bem é conviver com a melancolia;
(vii) ... eu só queria entender alguma coisa.
A grande questão é saber se podemos desistir um dia. Sim, parar de arma-se. Por que não paramos um pouco de fazer planos? Seria bom sair por aí. Não precisamos dessa felicidade capitalista, desse desejo insaciável de desfrutar dos “quitutes” do mercado. É o consumismo desenfreado que está nos matando. o pior é que não percebemos. Do que adianta sair da caverna platônica e não ter a devida coragem de avisar que além dos reflexos existe a vida? É verdade mesmo, a crise é de percepção...
domingo, 18 de março de 2007
a palavra certa.
Os “mocinhos” são, de certa forma, insuportáveis. Eles acham que têm opinião e senso crítico. Eles, na verdade, se acham a rainha do deserto. Eles fingem gostar da ideologia dominante, mas são apenas frutos dela. Eles amam a vida, e nunca enxergam a mudança de perspectiva. Ninguém entende o porquê desses pensamentos tão hipócritas; mas todos suspeitam que isso seja apenas vaidade, ou melhor, desejo de aparecer; já que por outras vias não seria possível.
Os mocinhos não querem ajudar, eles só pensam neles. Eles só querem atrapalhar os que querem fazer algo pelos outros. Elas são egoístas. São "cidadãos de bem". São estudiosos, porque estudam tudo o que o seu professor manda. Também acreditam em tudo o que o professor fala. Na linguagem da anomia, se acham os inovadores, mas, na verdade ,são apenas mais um na imensidão de conformistas. Eles não têm amigos por que acham que amigos só levam para o ‘mau caminho’. Gostam de falar que os pobres são preguiçosos, pois só querem manter a mesma ideologia determinista. Eles se acham conservadores, quando na verdade são apenas hipócritas. Enfim, o que eles são a palavra reacionários explica muito bem.
Os mocinhos não querem ajudar, eles só pensam neles. Eles só querem atrapalhar os que querem fazer algo pelos outros. Elas são egoístas. São "cidadãos de bem". São estudiosos, porque estudam tudo o que o seu professor manda. Também acreditam em tudo o que o professor fala. Na linguagem da anomia, se acham os inovadores, mas, na verdade ,são apenas mais um na imensidão de conformistas. Eles não têm amigos por que acham que amigos só levam para o ‘mau caminho’. Gostam de falar que os pobres são preguiçosos, pois só querem manter a mesma ideologia determinista. Eles se acham conservadores, quando na verdade são apenas hipócritas. Enfim, o que eles são a palavra reacionários explica muito bem.
"Prefiro as pernas que me movimentam"
"A gente em movimento: amor
A gente que enfrente o mal
Quando a gente fica em frente ao mar
A gente se sente melhor"
n.r
A gente que enfrente o mal
Quando a gente fica em frente ao mar
A gente se sente melhor"
n.r
O sábado foi incompreensível. Há pouco estávamos subindo sem destino. Pedalando sem rumo e sem compreensão. E após uma subida vem uma descida irresistível. Do alto, o mar parece maior.
Tudo caminhava para a mesmice, porém, o acaso mais uma vez pousou seu precioso espírito sobre nós. As distâncias não mais eram o empecilho. Os medos já não compreendiam a satisfação que há quando se está pedalando. Foi assim, um sábado "transhighway". Até então não sabíamos medir o tamanho da highway, contudo, hoje fomos além do próprio além (literalmente a estrada foi além do que viamos). Não existia norte, tão pouco rumo. E o silêncio do litoral sempre se fazia presente.
Na verdade eu disse que ia para mais uma alinha de inglês (quem dera se toda aula de inglês fosse assim). Pra alguns pareceu loucura. Pra outros pura mentira, mas as bicicletas testemunharam o fato, e isso é o que importa. O mais importante de tudo é entender que um sábado pode ser muito valioso. O importante é inventar. É inovar e partir sem caminho determinado. Sem ter certeza, sem contar com nada, a não ser com a sorte.
Na verdade eu disse que ia para mais uma alinha de inglês (quem dera se toda aula de inglês fosse assim). Pra alguns pareceu loucura. Pra outros pura mentira, mas as bicicletas testemunharam o fato, e isso é o que importa. O mais importante de tudo é entender que um sábado pode ser muito valioso. O importante é inventar. É inovar e partir sem caminho determinado. Sem ter certeza, sem contar com nada, a não ser com a sorte.
sexta-feira, 16 de março de 2007
n e i de alguma coisa
Meu nome tem um “n”,
Mas o dela não tem.
Sim, o nome dela não tem.
Que pena...
O meu tem
Mas temos um “i”
Pode ser?
Acho que sim
Não?
Por quê?
É o “n” mais belo que o “i”?
É?!
E agora?
Sei lá...
Mas o dela não tem.
Sim, o nome dela não tem.
Que pena...
O meu tem
Mas temos um “i”
Pode ser?
Acho que sim
Não?
Por quê?
É o “n” mais belo que o “i”?
É?!
E agora?
Sei lá...
l de liberdade
“... gostaria de repetir o conselho que lhe dei antes. Acho que você deveria realmente promover uma mudança radical na sua vida e começar a fazer corajosamente coisas em que talvez nunca tenha pensado, ou que fosse hesitante de mais para pensar. Tanta gente vive em circunstâncias infelizes e, contudo, não toma a iniciativa de mudar sua situação porque está condicionada a uma vida de segurança, conformismo e conservadorismo, tudo isso que parece dar paz de espírito, mas na realidade nada é mais maléfico para o espírito aventureiro do homem que um futuro seguro. A coisa mais essencial do espírito vivo de um homem é a sua paixão pela aventura. A alegria da vida vem de nossos encontros com novas experiências e, portanto, não há alegria maior que ter um horizonte sempre cambiante, cada dia com um novo e diferente sol. Se você quer mias de sua vida, Ron, deve abandonar sua tendência à segurança monótona e adotar um estilo de vida confuso que, de início, vai parecer maluco para você. Mas depois que se acostumar a tal vida verá seu sentido pleno e sua beleza incrível”.
Carta de Chris Mccandless a um amigo.
(Jon Krakauer - “Na natureza selvagem”)
Carta de Chris Mccandless a um amigo.
(Jon Krakauer - “Na natureza selvagem”)
l de libertário
"...Pois aquele garoto que ia mudar o mundo
Agora assiste a tudo em cima do muro
Meus heróis morreram de overdose
Meus inimigos são aqueles que sempre anseiam o poder"
cazuza/frejat (adptado pelo cotidiano)
Agora assiste a tudo em cima do muro
Meus heróis morreram de overdose
Meus inimigos são aqueles que sempre anseiam o poder"
cazuza/frejat (adptado pelo cotidiano)
domingo, 11 de março de 2007
Interrogatório de domingo.
Deus, quando isso vai acabar?
E quando isso começou?
Quantos anos o senhor tem?
Ah! Desculpe-me, já me disseram que o senhor é atemporal.
E só quero entender, Deus, não fique “irado”, por favor...
O Senhor Mandou o Nieztsche pro inferno? Ou ele foi perdoado?
E eu vou pra onde?
E quando vou?
Deus, eu vou casar com ela?
Sim, aquela menina que amo
Diz aí, por obsequio.
Deus, por que o senhor levou minha mãe tão cedo?
Sabia que ela me faz falta?
Deus, posso chamar o senhor de Jah?
Foi mal, acho que o senhor não gostou muito não...
Ou gostou?
Deixa pra lá.
Já vou embora, o senhor num responde as minha perguntas mesmo. flw!
Faz-me entender, por favor...
E quando isso começou?
Quantos anos o senhor tem?
Ah! Desculpe-me, já me disseram que o senhor é atemporal.
E só quero entender, Deus, não fique “irado”, por favor...
O Senhor Mandou o Nieztsche pro inferno? Ou ele foi perdoado?
E eu vou pra onde?
E quando vou?
Deus, eu vou casar com ela?
Sim, aquela menina que amo
Diz aí, por obsequio.
Deus, por que o senhor levou minha mãe tão cedo?
Sabia que ela me faz falta?
Deus, posso chamar o senhor de Jah?
Foi mal, acho que o senhor não gostou muito não...
Ou gostou?
Deixa pra lá.
Já vou embora, o senhor num responde as minha perguntas mesmo. flw!
Faz-me entender, por favor...
sexta-feira, 9 de março de 2007
quinta-feira, 8 de março de 2007
quarta-feira, 7 de março de 2007
"quando o tempo acordou"
[...] As estrelas se foram. Ficaram a insônia, o medo e a solidão. Já não faço juízo do poder da poesia, porque na noite passada, quase não volto do meu mundo surreal. Pela minha boca entrava o doce vinho e saia o som, o som da bela poesia lida. A garrafa de vinho sobre a mesa, um livro de Álvares de Azevedo nas mãos, tudo parecia perfeito. À medida que eu ia lendo sentia uma dor que comprimia o meu coração. Tive vontade de chorar mais uma vez. Não sabia o que estava acontecendo, como podia entristecer-me na noite de Natal? Afinal todos celebravam o nascimento do salvador, as famílias jubilavam ao som das canções natalinas, a igreja dava as boas-vindas aos fiéis, a cidade repousava na santa paz de Deus e eu criava versos surreais capazes de me levar ao infinito dos pensamentos.
[...]
As poesias foram surgindo uma a uma. Sobre temas diferentes, sobre lugares diferentes, entretanto, sobre a mesma garota("tudo lembrava ela"). Ela estava em todos os lugares, passeávamos juntos contornando o grande planeta azul que estava a nossa frente, fomos realmente muito além do que imaginávamos. Tudo parecia perfeito, contudo, tudo o que é bom dura pouco, por isso, agora estou aqui totalmente obsoleto lendo um dos versos da noite anterior. Aqui estou novamente na vida real.
[...]
As poesias foram surgindo uma a uma. Sobre temas diferentes, sobre lugares diferentes, entretanto, sobre a mesma garota("tudo lembrava ela"). Ela estava em todos os lugares, passeávamos juntos contornando o grande planeta azul que estava a nossa frente, fomos realmente muito além do que imaginávamos. Tudo parecia perfeito, contudo, tudo o que é bom dura pouco, por isso, agora estou aqui totalmente obsoleto lendo um dos versos da noite anterior. Aqui estou novamente na vida real.
domingo, 4 de março de 2007
sábado, 3 de março de 2007
Exército invisível – parte 2
Acordei com o mesmo ódio. Não foi uma boa idéia ter dormido. Acordei mais “malvado” do que antes. Caso tivesse uma arma, correria pra rua e mataria o primeiro homem que passasse dentro de um paletó, pois paletó é a marca principal dos meus inimigos... Paletó se assemelha ao idiota da noite anterior.
Como pode alguém chamar os movimentos sociais de pseudo-filantropia? Só um desumano, só um mostro...
Hoje acabei de pensar no que vou fazer depois que jogar o meu diploma do mar. Para onde irei? Ainda não sei... o certo é que cansei de viver em sociedade. Vou buscar um mundo onde não haja direito, onde o Leviatã não me encontre.
Vou sair por aí até perder o medo de viver. Vou colocar em prática tudo que aprendi com Chris McCandless.
Vou formar o meu exército invisível, pois ele será também incontável.
Como pode alguém chamar os movimentos sociais de pseudo-filantropia? Só um desumano, só um mostro...
Hoje acabei de pensar no que vou fazer depois que jogar o meu diploma do mar. Para onde irei? Ainda não sei... o certo é que cansei de viver em sociedade. Vou buscar um mundo onde não haja direito, onde o Leviatã não me encontre.
Vou sair por aí até perder o medo de viver. Vou colocar em prática tudo que aprendi com Chris McCandless.
Vou formar o meu exército invisível, pois ele será também incontável.
exército invisível - parte 1
Eu não poderia dormir sem antes mostrar minha indignação perante as palavras irresponsáveis de um colega do curso de direito. Onde está a sensibilidade social daquele indivíduo? Senti-me uma covarde mais uma vez. Motivo? Calei-me enquanto um ‘pseudo-algumacoisa’ manifestou o seu total desprezo pelas causas sociais. Não sei, mas acho que ainda tenho enraizado a famosa luta de classes de Marx. Faz muito tempo que eu deixei de acreditar na ditadura do proletariado, porque pra mim ditadura não leva a nenhum lugar, ainda que seja da classe proletária. Eu odeio qualquer tipo de autoritarismo.
Não sei se realmente é uma boa idéia olhar a conjuntura de longe – um observador, pois ainda acredito que podemos fazer algo pra acabar com as desigualdades social. Eu quero sim fazer algo pelos menos favorecidos.
Sei que nunca fui bom na arte da retórica, tão pouco sou eloqüente, entretanto, ontem o meu silêncio não foi por carência dessas duas “virtudes”, mas foi um silêncio bem ao estilo Rousseau, isto é, calar para não ferir alguém.
É isso, acho que agora posso dormir mais tranqüilo.
“Os poderosos podem matar uma, duas até três flores, mas nunca deterão a primavera.” Ernesto Che Guevara
Não sei se realmente é uma boa idéia olhar a conjuntura de longe – um observador, pois ainda acredito que podemos fazer algo pra acabar com as desigualdades social. Eu quero sim fazer algo pelos menos favorecidos.
Sei que nunca fui bom na arte da retórica, tão pouco sou eloqüente, entretanto, ontem o meu silêncio não foi por carência dessas duas “virtudes”, mas foi um silêncio bem ao estilo Rousseau, isto é, calar para não ferir alguém.
É isso, acho que agora posso dormir mais tranqüilo.
“Os poderosos podem matar uma, duas até três flores, mas nunca deterão a primavera.” Ernesto Che Guevara
sexta-feira, 2 de março de 2007
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