quinta-feira, 30 de agosto de 2007

o futuro não fala.

“Conhecerás o futuro quando ele chegar; antes disso, esquece-o.”

ÉSQUILO

Hoje, não se pode contestar o contestável. Amanhã, talvez. A paixão pela vida move o mundo. A ilusão, a decepção e a solidão ferem a alma de um ser que ainda chora. Os sentimentos revirados viram a noite conversado e articulando uma maneira de voltar. As aulas recheadas de tolices ferem a mente. O sarcasmo purifica a alma e a vida anseia pela morte.

A criança brinca sem se preocupar com os outros. Os outros olham para os outros. A preocupação é revestida de vergonha. As pessoas e medo dão as mãos num abismo paranóico. “Queda!”, grita o profeta e sua montanha.

A crítica bem fundamentada do professor a cerca da narração do idiota do “Galvão” Bueno. Bread tocando no rádio pra esquecer a noite passada. Uma olhada para o futuro mais próximo. Tudo gira conforme as prescrições da roda viva e gigante roda viva. Frases curtas para não prolongar o tédio. E, se eu resolver falar um pouco de mim nos próximos dias pra você, esqueça e não ligue, pois só são lamentações ‘jeremíticas’. Sabe, a melhor coisa é não se esquecer de imaginar um final feliz pra nossa história.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

"Hoje, minha mãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem..." a. camus

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

palavras...





Procuro palavras que me façam ter um gosto maior pela vida. Não palavras de auto-ajuda, mas palavras que me ensinem algo que ainda eu não sei. Atualmente, alberto camus e dostoiéviski estão nas minhas mão, eles estão ocupando o lugar que, há um mês, era do saudoso nietzsche. Enfim, eu procuro não mais viver no absurdo. Meus dias passam sem nenhum objetivo. A crise existencial ainda vive em mim. Os ideais abandonados me fazem busca mais ainda o prazer da lubibriação alcólica.
Procuro palavras que além de sentido me dêem também coragem pra enfretar "o inferno do eterno furor de viver". Procuro desejos, procuro uma ameliei poulain, porque já fui maltratado demais.
Tudo está tão sem sentido que, ao mesmo tempo que o absurdo me consome, uma felicidade também vive em mim, não sei por qual motivo, mas gosto dela. Sou absurdo e contraditório, talvez seja por isso o motivo da felicidade.