segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

qual é a lógica?



No reflexo do espelho
Infinitas cores são formadas
E a garota já formada
Sempre está mal informada

Na forma do mercado
Um Supermercado de papel
Um disquete formatado
Nos poucos traços do pincel

Eles jamais pisam a grama
Com medo da grande lei
Não conheço quem me manda
Esquecer o que eu não sei

Das letras do alfabeto
Uma estória se pode criar
Sem cantar a letra certa
Fica fácil acertar

A lua gigante
Na tela do morro
Não por muito tempo
Esconde o transtorno

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

tenho vivido as situações mais intensas. tenho estado de frente com a pior metade. sem saber antes o que sei agora. surfando o medo em karmas. não querendo ser o que não se pode ser. descofiado dos planos. mas o faço? antes eu sabia o que fazer... e agora?

de malas prontas para o show de truman. sigam-me os bons (ou não)!

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

(...)O fato é que, se filosofar é aprender a morrer, temos que viver a filosofia. Não entenda morte sempre no sentido biológico da palavra. Morte também pode significar, pelo menos para mim, insatisfação com a atual situação. O individuo que cansou de obedecer as ficções jurídicas que ele mesmo criou. Um homem libertário. Um ser que resolveu ficar fora do circo...

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Aqui estou novamente
Esperando o sinal abrir...
Esperando uma resposta para a pergunta ainda não feita (e será que vai ser feita?)

Aqui estou novamente
Navegando num mar de aflições
Arriscando palpites impossíveis
Pensando o impensável
Fazendo da regra uma exceção.

Sim, este sou eu escutando mais uma vez a mesma música.
Amargurado com a vida mesmo sem entendê-la.
Rei na arte de adiar os momentos ruins.

Um ser mergulhado na solidão, inerte...
Um não vencedor que cria poesias.

É, acho que este aí sou eu.
Um alguma coisa que deve ser algo,
Um alienista alienado,Um figurante na sua própria história

sábado, 2 de dezembro de 2006

o labirinto do fauno

na triste história do bravo imperador
a saída é mais triste.
e quem é forte não é esperto,
e quem é bom é também obsoleto.

O que será um fauno melancólico?

sobre Rilke

Sempre que ele escuta aquela canção,
Sente vontade de chorar; mas não chora,
pois tem medo que a campainha toque
e as pessoas o vejam chorando...

quarta-feira, 29 de novembro de 2006


"prefiro ser taxado de hipócrita a ser intolerante e déspota."
que é livre? quem é democrático?

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

eu ainda estou vivo?

terça-feira, 31 de outubro de 2006

até agora tudo corre tranquilo... o sol se foi; a lua vem chegando. e no final a gente acaba dormindo.

Adeus! E até logo!

Tudo se torna mais complicado quando percebemos que o homem gosta de ser alienado. Ele somente ver o que lhe agrada. Às vezes o homem esquece que tem olhos e razão. Talvez isto satisfaça o seu ego. Antes tinha eu mil motivos para defender incansavelmente o valor da amizade, porém hoje penso diferente. Ainda continuo acreditando que a força da amizade vai além da ideologia, no entanto, difícil é encontrar um amigo real. Amigos não se confundem com aproveitadores detalhistas e ditadores ambiciosos. Seres que usam e abusam da falsa ideologia da amizade.
Plantão tinha razão, aqueles que saem da caverna para mostrar a verdadeira conjuntura sempre são taxados de mentiroso, de traidores e até mesmo de hipócritas. Posso até ser o que alguns acham que eu sou, porque é preferível ser chamado de mentiroso do que ter medo de discordar. Prefiro ser chamado de traidor a perder a liberdade no que realmente sinto; prefiro ser taxado de hipócrita a ser intolerante e déspota.
Hoje, às zero horas e vinte minutos do dia 31 de outubro do ano de 2006, encerro minhas atividades na confraria. Ah, estou vestindo um calção amarelo e ainda não escovei os dentes (o mundo gosta de detalhes). Deixo a confraria, mas a levo no coração, pelo menos por enquanto...
Sem nenhum receio decido por não ser mais um confrade. Adeus! E até logo!


Manoel Júnior - (ex-kant)

terça-feira, 3 de outubro de 2006

"No final das contas, o motivo prático pelo qual se permite o governo da maioria e
a sua continuidade - uma vez passado o poder para as mãos do povo - não é a sua
maior tendência a emitir bons juízos, nem porque possa parecer o mais justo aos olhos
da minoria, mas sim porque ela (a maioria) é fisicamente a mais forte. Mas um governo
no qual prevalece o mando da maioria em todas as questões não pode ser baseado na
justiça, mesmo nos limites da avaliação dos homens. Não será possível um governo
em que a maioria não decida virtualmente o que é certo ou errado? No qual a maioria
decida apenas aquelas questões às quais seja aplicável a norma da conveniência? Deve
o cidadão desistir da sua consciência, mesmo por um único instante ou em última
instância, e se dobrar ao legislador? Por que então estará cada homem dotado de uma
consciência? Na minha opinião devemos ser em primeiro lugar homens, e só então súditos.
Não é desejável cultivar o respeito às leis no mesmo nível do respeito aos direitos.
A única obrigação que tenho direito de assumir é fazer a qualquer momento aquilo
que julgo certo".

HENRY DAVID THOUREAU

segunda-feira, 25 de setembro de 2006

Sunday morning call

E aqui estou novamente em mais um momento depressivo. Tudo bem, eu já me acostumei. Não sei se é como os momentos de antes. Agora estar mais forte. E também não sei mais o que é. Só desejo uma coisa, que “Sunday morning call” continue a tocar. Enquanto ela toca, eu choro no mundo real. Choro de saudades de tudo que me faz lembrar a felicidade. Minha eterna mãe, minha eterna amiga, minha eterna, simplesmente eterna...

Lembro que tudo passa muito rápido e que mal eu disse o que queria quando estava nos seus braços. O mundo gira sem ao menos dar uma segunda chance... Mundo maldito. Eu odeio esse mundo. Vou dormi, pois só assim posso sair desse lugar medíocre e cruel. Adeus!

sexta-feira, 15 de setembro de 2006

Ao sabor do bombom de café

A letargia da sala de aula sem dúvida é o melhor. Não tenho vergonha de afirmar que durmo na aula de vez em quando. É até divertido.
Na imensidão do bloco D, um garoto dorme enquanto o professor discorre sobre o processo cautelar. Os “vencedores”, que por sinal estão sempre atentos a tudo ao seu redor, o ignoram, pois o desprovido sonolento é na maioria das vezes um evasivo.

Frase do professor: “o direito é pra quem estar na frente”. E o assonorentado garoto está na frente? Imagine acordar com uma frase dessas. mais um dos grandes clichês do capitalismo. Para o colega que dorme, não importa o que o mestre diz, porque matar a fome do seu sono é mais importante.

Resolvi deixar o sonolento de lado. Frui atraído pelo vento que balança os pinheiros do bloco colossal. o resultado foi que acabei avistando duas garotas conversando em outra sala. O que elas conversam? Sei lá... Até imagino, mas não ouso relatar.

Minha atenção agora é em direção ao livro que está sobre a mesa do colega que estar sentado ao meu lado. A obra traz em sua capa a imagem de Sócrates, o filósofo idealista. Talvez o direito do grande filósofo fosse diferente do direito do professor da cadeira de cautelar. É a velha lei do mais forte; a seleção natural de Darwin...

Engraçado, acabei de reparar que uma das meninas que há pouco avistei é prima de um grande amigo... Legal, pena que eu não sei o nome dela.

Agora o professor começa a falar das leis extravagantes. Imagine só uma lei extravagante. Além de ser lei ainda por cima é extravagante. Mas tudo bem, deixa pra lá!

Como são perfeitos os pinheiros do bloco D, são árvores exuberantes, lindas e perfeitas. Como assim... Lidas e perfeitas? Exagero!?
Em meio a tantas “patrícias” e “maurícios”, um cara carrega um tambor de lixo. Lixo universitário. No andar da universidade há quem carregue o luxo e quem carregue o lixo.

Vou parar por aqui, pois o professor começou a falar do Hierig e do Savinig e o bombom de café estar mais açucarado...

quarta-feira, 13 de setembro de 2006


Na estrada de um dia chuvoso. Por quê? Não sei, simplesmente acordei com vontade de mudar. Não que eu tenha deixado de ser sentimental, apenas queria ser original. Será que é isso mesmo...

“Os mistérios conhecidos”, “a parede amarela”, “a estrada de um dia chuvoso”,
“paginas em branco”. Qual será o título da minha biografia?

Tentando imitar os poetas
Cantando sem saber a letra
Falando de amor sem amar
Criando sonhos impossíveis

sexta-feira, 1 de setembro de 2006

Uma espada cortou minha razão

Enquanto crio os meus capítulos e sofro com minhas lamentações, a vida escreve em sua agenda coisas de um passado remoto. É acordando que dormimos. Da pra entender?
Sem rimas ou belas poesias, porque não preciso de perfeição.

Às vezes eu não me conheço, por isso tenho atitudes inesperadas, mas não tenho que ligar pra isso. Mais importante que olhar para o céu é olhar para o ônibus que agora parte sem passageiro. E o meu saldo é de 320 reais; planos, sonhos, liberdade... Adeus!

Deve ser chato ser um semáforo. Ter que manter suas cores mesmo quando não há nenhum veículo. Os mistérios estão nos mito. Os garotos escrevem pra matar o tempo. Mas por que eles choram? Incentivar sonhos e seguir ideologias...

quinta-feira, 31 de agosto de 2006

Uma cabeça só pra tantos problemas. Preocupações obsoletas daqui há cem anos. Será que ainda sou fã do Horácio Dídimo? Acho sim. Agora do Paulo Ricardo eu não sou mais, por quê? Quem entende de política sabe.

Mas tudo bem, não vamos mais gastar tinta escrevendo sobre imbecil neo-conservador.

Comecei escrevendo sobre os meus neuróticos problemas, e desvie o foco... Isso é ruim? Sei lá, pergunta para o carrasco do meu ex-professor de redação. Ontem li uma poesia do Neruda. Uma que mais uma vez mexeu comigo. Neruda é surreal.

Chega de filmes de ação. Vamos dormir...

quarta-feira, 30 de agosto de 2006

Desabafo de um Homem Moderno - Parte II

O despertador toca, são 8:00 da manhã. Na cabeça recordações de uma noite mal dormida. Já não mais agradece a Deus por está vivo, porém reflete um pouco sobre tudo que já fez. Senta-se a mesa do café. Levanta-se rapidamente, pois não quer perder tempo com um simples café da manhã. Liga para a secretária avisando que ouve um imprevisto e que irá chegar atrasado – é tudo mentira. Lê as mensagens do celular que não lera outrora. Pelo retrovisor do carro penteia os cabelos. Tudo é rápido. Ele se sente cansado, mas não quer desistir, pois a desistência é para os fracos.

Entra no carro, lê o jornal enquanto o semáforo está fechado. Sobe o vidro quando um mendigo aproxima-se. No rádio toca uma canção que o faz lembrar a época da faculdade. Regozija-se, pois ele é um vencedor, conseguiu entrar no famoso mercado de trabalho. Não gosta da palavra capitalista, prefere ser chamado de executivo. Pensa nos amigos, pensa nas farras e nas tolas preocupações, mas detesta pensar nos momento em que realmente foi feliz. Chega ao escritório, e como sempre, sente-se mais infeliz, porque o que ele realmente almejava era ser um humanista, enfim, ele era um utópico idealista.

Entra na sala, não repara mais os detalhes da vida, pois nem se quer percebeu que sua secretária pintou o cabelo. Virou um neo-troglodita, um tecnocrata. A única coisa que ainda lhe dar sucesso são as medíocres imbecilidades do mundo jurídico.

Seu celular toca, é um cliente importante (Cliente importante é sinônimo de grande negócio). No mundo capitalista vale quem tem mais, e amigos são os que sabem fazer bons negócios. Vai até a janela, entretanto, sente-se um tolo, pois acha que não deve perder tempo olhando para uma paisagem qualquer. Mais uma vez o seu superego venceu...

Passam cinco minutos, ele ainda não conseguiu sair da frente da simples janela, será que enlouqueceu? Talvez. Lá de cima ele vê um taxista lendo um jornal, vê um cara cabisbaixo fumando um cigarro, vê uma mulher com um suéter cor de rosa. Reflete um pouco sobre a felicidade e chega ao seguinte juízo: “aquelas pessoas são felizes porque verdadeiramente encontraram o real sentido da vida” – mas por que ele também não encontrara este sentido vital? Será que teve medo de ser feliz, haja vista que decidiu ficar calado e aceitar as condições impostas pelo mercado?

Passou aquela tarde pensando na vida. Tentou achar um meio de mudar toda aquela paranóia. Buscou uma nova realidade...

sábado, 26 de agosto de 2006

desabafo de um homem moderno.

o relógio ainda marca 00:25 - o tempo não pára - o sofrimento também não. o quarto está vazio, a sua mente também. Ele não consegue mais pensar em nada, está preocupado, pois acha que poucos são os que ainda o consideram normal. Suas palavras foram perdidas. a vontade de calar a boca do chefe só aumenta. Na caixa de mensagem do celular há 3 mensagens não lidas, o seu e-mail está em situação semelhante. Ele tem que estudar, porque o sistema quer que ele seja alguém. Lembra que tem poblemas demais e esquece que um dia foi livre. chora às vezes, mas sempre é obrigado a sorrir, o protocolo deve ser mantido. Volta a lembrar do passado, mas é tocado pela espada de culpa que pede pra ele não lembrar. Ele insiste, mas é tarde, sua alma já foi vendida. por quê? ele não sabe. lava o rosto, come alguma coisa e vai tentar dormi, porque somente os sonhos ainda trazem a sua essência. São 00:53, e ele ainda não conseguiu mergulhar no mundo dos sonhos. tenta ler, mas logo o sono vem... apaga a luz, olha a cidade sonolenta, pensa mais uma vez sobre o que aconteceria caso ele decida fugir...faz os cálculos e decide ficar, pois já estar preso demais.
Aos poucos vai adormecendo, a cabeça vai descansando e o sono chega..."amanhã será mais um dia", diz ele antes de sonhar.

quarta-feira, 23 de agosto de 2006

desejo barato

Hoje eu quero ouvir uma mensagem que me corte o coração.
Também gostaria de sentir duas vezes mais forte o valor de uma amizade e ainda ter ao meu lado todos que um dia se foram.
Não quero saber que dia é hoje e não ligo mais para os jornais.
Só tenho alguns pedidos antes de sair.
Isto são desejos que nos pegam de surpresa em um dia cansativo.
Desejos claros e sem nenhum medo.
Razões maiores que nos fazem acreditar no sentido das coisas, porque o obviou não está claro,
e nem o coração parece mais querer amar.
Já a vida é curta demais para entendermos o que não é pra ser entendido.

segunda-feira, 21 de agosto de 2006

Amar não é aceitar tudo. Aliás: onde tudo é aceito, desconfio que haja falta de amor. (Vladimir Maiakovski)

Diga-me a quem devo recorrer. Estou tremendo de indignação. O planeta está morrendo nas mãos da humanidade. Guerras, doenças, fome e outros males. Guerras que são alimentadas pela intolerância, fome e Aids resultam de um egoísmo ambicioso. Por que W. Bush não invade a África? Ah, já sei, lá não há petróleo...estou certo?

Vê o mundo morrer é triste, porém, não fazer nada é ainda pior. Enquanto pessoas morrem, eu durmo na minha aconchegante cama. Enquanto a guerra destrói o Líbano e a Palestina, eu vou ao cinema assistir um utópico supermam. Sinto-me um nada.

Estou muito mal. Aquela imagem das garotas sendo leiloadas da vontade de chorar. Crianças que são obrigadas a entregar o corpo para saciar a fome e ajudar a família. Imagine que nem tudo que se acha utópico é realmente utópico. Nós precisamos mudar. Metamorfose. O dinheiro gasto com mísseis seria melhor para matar a fome do mundo. “a guerra é a estupidez da humanidade, mas gera lucro, e lucro é que eles desejam”. Os donos do poder são crueis.

Enquanto se gasta tempo e dinheiro com politicagem, muitas crianças morrem por não ter o que comer. Onde está o amor? Abandonou a terra e seus moradores? “imagine um mundo sem fronteiras”, todos os homens unidos com uma só finalidade; a solução dos problemas. Imagine, porque os problemas humanos têm soluções humanas. Enquanto estamos distraídos num shopping center, a natureza morre...

É real. A vida real que não se muda de canal. As ligeiras impressões que temos são inúteis diante do sofrimento dos nossos irmãos. Onde está Deus? Volte a olhar para este planeta, Senhor.
A cada dia, um minuto em memória das vítimas da guerra, é o correto. A intolerância deve ser exercida contra a maldade capitalista, fora disto, a esqueça.

Amanhã começa tudo de novo, ou melhor, tudo de velho; a programada vida programada, pois não temos mais canções...é o fim!

terça-feira, 15 de agosto de 2006

um dia você descobre que tudo não passa de ilusão. tudo é ilusão. ouvir uma canção no rádio e não lembrar o nome dela...é isso, a vida verdadeira está nas cousas simples. eu não quero dar espetáculos, pois atrás do palco é meu lugar. esse negócio de aplausos é para os vencendores. eu prefiro ser vaiado. há algo de errado nisso, por quê? sei... os donos do poder quere me ver feliz. e eu não posso escolher viver assim? eles querem que eu me dedique de corpo e alma... ah, eles querem também a minha alma! enquanto tudo isso passa eu lembro dos meus tempos de infância. quem diria, eu que fui adestrado pelos capitalistas, hoje estou aqui contra este sistema brutal. o bom da vida é acordar no sofá às 5 da manhã sem saber o que ocorreu..."passar agosto, esperando setembro". as pessoas confundem o Brasil com o caos, mas não lembram que na teoria do caos não há um PFL. acreditem em mim ou filosofem com um martelo.

sábado, 12 de agosto de 2006

sem título.

Ainda não me acostumei com os clichês...e daí, eu preciso me costumar?

Vivo num regime teocrático. Não estou conseguindo pensar em nada, a não ser em ódio, ódio dos mesmos ditadores. Eu quero morrer sem pensar em ninguém, pois se eu pensar nos poucos que dão um sentido a minha vida, resolverei ficar. Eu queria viver no último romance e queria partir ouvindo primeiro andar.

O que é obsolescência programada? Será que minha vida é uma? Sei lá...
Pensar e sentir, caso haja um conflito, escolha o segundo, entretanto, o sonho bom está no primeiro. Vou andar de ônibus pra poder pensar, mas não vou pagar a passagem, vou mandar colocar na conta dos ladrões de ambulância. Quero parar de achar isso ou aquilo, deve ser melhor. nem achar nem ter certeza... Werther foi feliz, e eu herdei o seu sofrimento. Tentar fazer as pessoas felizes é fácil, o difícil é perceber que depois da risada a sua cabeça volta a pensar nos problemas que o cerca, o coração se encolhe e a vontade de chorar retorna. Dizer frases de amor é lindo, feio é depois entender que o que falamos às vezes é em vão. Penso voltar a ir ao cinema, mas quantas vezes fui e voltei pra casa pior do que fui. Chega de enlatado americano, além do mais já me proibiram até de tomar coca-cola na universidade. Em todo canto os draconianos estão!

O céu é só uma promessa – básico até demais – e dúvida eu tenho a respeito do céu, agora do inferno não tenho dúvida alguma, basta eu mostrar meu endereço. os meus cds são melhores do que os deles...e muitos são os mortos com a mesma ferida.

segunda-feira, 7 de agosto de 2006

sai dai, zé...

olha o que encontrei...

ZÉ DIRCEU BLOGUEIRO, mais uma rima pra mensaleiro, banqueiro, dinheiro, galinheiro, marketeiro, ganhar dinheiro, peliteiro...opa, paliteiro? foi mal... etc e tal.

presentes...

acabei de receber do lord; um filme de guerras com canções de amor, um nando reis com infernais e um acústico juvenil gaitado...pra que melhor?

será que vão deixar eu escutar isso no meu caixão? posso requerer quando morrer;

sentinela ambulante, disparate enfurecido e corrupto onesto...vote Geraldo Lula da Silva, número 4513 - deputado federal.

vade mecum galerinha?

nada tenho - 9 fora nada...

no país da piada pronta, até os ratos se orgulham de não serem políticos.
poder é o fim...o povo é o meio!
prefiro nada ter menos nove.
"o que pode a juventude? pode contagiar: os sinais estão no ar." (H. Gessinger)

quinta-feira, 3 de agosto de 2006

depois de um bom caldo-de-cana

estar em um local abarrotado de recordações. viver num espaço de retardação. escutar sentimental e chorar. a vida é isso...

sem dialética marxista ou heraclitiana. heráclito e sua luta do contrários. marx e sua luta de classes. caóticos, melancólicos, depressivos, melodrâmicos...

e o mundo na sua imensidão intrépida que não pode parar...rotação, translação e outro sei lá o que!..

afinal, quem quer saber para onde vai a água do mar?
um dia encontrei um velho que ia passando na rua. perguntei pra ele que horas eram, mas ele não me deu as horas, me disse apenas isso: " o amor é vitrine de Minerva, nascido no berço de Hera e que é herdeiro de prometeu. quem inventou as regras do jogo nunca viveu"

terça-feira, 1 de agosto de 2006

álvaro martins

ontem à noite resolvi ler o folhetim que ganhei guando estava em trairi. "universo", eis o nome do periódico mais poético que já li.

Chagas Conceição, um dos criadores, é um verdadeiro desbravador de bibliografias. além do mais escreve feito machado de assis. o universo é encantador.

Álvaro Martins, poeta trairiense, e autor de poesias regionalmente perfeitas , tem um espaço reservado do folhetim eclético. até então eu nunca tinha ouvisto falar dele. é um clichê dos maiores essa história de nunca termos conhecido alguém e logo que conhecemos passamos a adorá-los. é um clichê e tanto.

tenho que ir, pois daqui a pouco começa o velho e eufórico chavão de cada dia.

segunda-feira, 31 de julho de 2006

o insano efeito borboleta

"Pra voltar pra ontem, sem temer o futuro
e olhar pra hoje, cheio de orgulho
eu voltaria atrás do tempo"


ontem tive um momento melodramático quando essa música tocou o meu ouvido. pensei que o sentido que havia no mundo apenas poderia ser encarado no efeito ex nunc, mas quando esta poesia cantada tocou no rádio, entendi que o " efeito borboleta" também é muito poderoso. se você tiver achando o presente obsoleto demais, volte ao pretérito e sinta o quando vale a pena lembrar. e pra melhora de vida... leia "quando o tempo acordou" escutando barão vermelho.

sexta-feira, 28 de julho de 2006

muito além da vontade.

assim como o Zeca Baleiro, hoje eu acordei com vontade de fazer alguma coisa; mandar flores ao delegado? talvez não. Nietzsche que me perdoe, mas a culpa não me deixa dormir - eu sou mais uma fraco - mas hoje vou dizer a verdade pela última vez, talvez assim eu consiga ser um "além do homem" ou um "triste nordestino".
tolo e fracote: sinônimos do meu nome. como posso gostar de alguém, e nem ao menos olho no seus olhos guando o destino nos prega uma peça? tédio e esquizoanálise, rosas e vinho tinto, complexo de édipo. droga, eu me apeixonei pelos erros dela...o que faço? pago os meus pegados ou não?
já sei, vou ouvir "último romance"...

quinta-feira, 20 de julho de 2006

o que foi será?

ainda vou ver eles medigarem o pão das sete. encontrei uma lan house que o teclado parece mais um tronco de árvore; duro e imundo!

mais e menos...

até quando vou ser um anti-tudo? sei lá! deixa está como está, pois se eu morrer coisas pra contar eu terei! os peixes devem voar. e pequeno é céu pro tamanho do ódio que sinto do olimpo. maldito seja o calcanhar de aquiles! demasiadamente desumano. políticamente cansado e atrasado. aliás, eu tô de saco cheio dessas chamadas para as festas da região do rio das trairas. eu odeio esse sodômico município. pena que tenho que ser útil a ele, mas ainda penso ser um tecnocrata...há sentido nisso tudo? foda-se, eu quero é provocar os caras pintada. no mais, estou indo embora!

sexta-feira, 14 de julho de 2006

pra lembrar do cara.

" meus heróis morreram de overdose,
meus inimigos estão no poder"

quinta-feira, 13 de julho de 2006

a eleição não tem meu voto!

Hoje quando acordei pensei e fui clarear os olhos lendo os maravilhosos textos do mais mestre de todos os poetas ultramodernista - Lord Sebastian - é incrível! esse semana ele me fez lembrar da política humana. mesquinhagem com propaganda, é o que eu posso dizer do cenário político brasileiro. o que dizer do benjamim...um sábio, tenho inveja dele, pois suas crenças na política se foram, assim como as minhas parecem ir também. benjamim mandou o ideal de república de bananas para o inferno e tornou-se um Anarquista quieto, não um analfabeto político, mas um ser que pensou e disse: "vocês que são ratos que se entendam, deixem eu viver e respirar o ar que ainda é dando pelos deuses. eu não vou entrar nesse jogo selvagem"

feliz foi Marcola quando jogou na cara do pilantra Moroni a hipocrisia que é o congresso nacional. um ladrão de palitó fazendo perguntas a um filho da miséria, isso é repugnante...a hipocrisia política é a mais cruel...é triste mesmo.

quando um homem chega ao poder ele se torna um napoleão e a mídia junta-se a ele e cria um sistema golpista e maquiavélico digno apenas da mais quente caldeira do inferno. ontem li um pouco sobre Bakunin, um anarquista totalmente diferente do Benjamim. um nado representante da revolução utópica. lembro de um passagem que relatava a sua chegada a Paris na época da revolução de 1948. Bakunin tava tão eufórico que o seu ideal foi traçado ali. um homem capaz de matar para fazer com que a humanidade saia da caverna e vejam o que eles há muito tempo não viram, ou seja, que as para tudo mudar é simples, basta comerçar de novo!

além do homem

quem disse que o homem é bom por natureza? Rousseau? é um anormal! se um homem ver um cego indo na direção de um penhasco ele não faz absolutamente nada. mas quem tá ligando pra maldade do homem? afinal a transmutação dos valores é a filosia ideal - maldade e bondade é coisa de moralista - que morra apolo, eu prefiro dioniso. nietzsche sempre tem razão, maldade e bondande não fazem parte do além do homem, os moralistas que precisam se culpar, eu não...deixem Heráclito chorar em paz! ele pode...o fogo que é o verdadeiro cosmo e falso é aquele que prefere a história ao invés da poesia. não sei o que seia do mundo sem o velho e o moço; versos bárbaros são os meus - não ligo pra gramática - ela é mais uma etiqueta obsoleta. agora eu me sinto um estrangeiro, passageiro de um trem suíço. depois eu digo quem eu sou, pois agora vou me vir no espelho só pra saber quem é quem na história.

domingo, 9 de julho de 2006

é claro que é rock!

o ritmo da via é o rock na voz do Rei, na guitarra do Fretaj e nas letras dos Hermanos...

filosofia do mundo ideal

se o mundo real é uma cópia do ideal, então eu quero ficar entre os dois, pois entre os dois mundo não há um conceito.

Lord Sebastian é um Gênio; aquela dos três poderes é um punhal anti-demagogia.

quarta-feira, 5 de julho de 2006

isso é tudo!

olha o que o camelo criou - primeiro cd

Descoberta
Marcelo Camelo

Sai, que já não te quero mais
Sai, porque hoje eu descobri
Que posso viver sem ti
Que posso viver em paz
Muito bem sem teu amor
Sai, porque agora eu sou
Um homem bem mais feliz
Um homem bem mais feliz
Vai, hoje a lágrima não cai
Sei agora o mal que faz
Dar amor a quem não ama
Dar amor a quem só traz
Ódio e desilusão
Que maltrata o coração
Precisando de carinho
Precisando de carinho
Minha amada,
Não consigo mais viver ao lado teu
Não consigo mais te dar o meu amor
Hoje vivo muito bem sem tua boca
E sozinho não conheço mais a dor
A pintura não é a capa do cd. É uma das grandes pinturas de Van Gogh,
o mais sentimental dos pintores. Essa música parece um pouco com a história amorosa dele.

lição de uma vida mediocre

se quiseres perguntar o que fiz na vida, respondo-te simplismente, só faço mediocridade. um zé ninguém que finge ser um maluco beleza. eu não posso te dar uma lição de vida.

domingo, 2 de julho de 2006

Garçon, um teacher com gelo por favor...

há um cenário mais perfeito do que esse que Van Gogh criou?
acho que sim...

Paulatinamente a vida me aborta.

1 de julho às 23:30.

Hoje a seleção brasileira foi eliminada da copa do mundo. Já eu fui mais uma vez ferido pelo poder da tirania. O Brasil se danou com o Zidane. chora, galvão e vai lamber sabão. Que morra a última vontade que tenho de viver! “Você está com depressão?”; foi a pergunta que me fizeram. Eu não sei, mas se depressão é sinônimo de tristeza e sonolência, acho que estou, pois me sinto assim. É verdade, eu devo está com depressão...Viva! Quer dizer, morra! Pelo menos este estado de espírito me deixa mais amigo de mim mesmo, pois aos poucos o meu eu revela quem eu realmente sou. Aos poucos descubro que sou mais um Prometeu da vida, ou melhor, eu sou um Édipo aberrado. Professor de teologia, deixe-me em paz, pois eu estou pouco me lixando para o fim do mundo e não ligo se Paulo foi a Roma. Prefiro deitar no sofá e assistir “o fabuloso destino de Amelie”. O que menos me atrai é a teologia. É a teologia uma ciência? Sei lá, eu quero que ela saia do meu caminho. Como posso querer eu entender os mistérios divinos, se eu nem me conheço. Os teólogos rodam e não saem do lugar. Ao invés de rodar eu prefiro ficar parado olhando para a cidade que dorme. A minha doença é moda em 2006, assim falou o meu eu. Eu não sei mais o que digo. Deixa o acaso me proteger, pois quem tem coragem não finge e um dia me disseram que as nunvens não eram feitas de algoodão.

sábado, 1 de julho de 2006

vontade de dizer adeus.

hoje acordei com vontade de pargar adiantado ádiantado o meu plano funerário. o fim está próximo. quem viver verá.

sexta-feira, 30 de junho de 2006

moralmente superior

não interessa o diário da cortenão interessa o que diz o rei(se no jogo não há juiznão há jogada fora da lei)não interessa o que diz o ditadonão interessa o que o estado diznós falamos outra línguamoramos em outro paíssomos kamikazesincapazes de ir à lutasomos quase livresisso é pior do que a prisão - Humberto (Engenheiros do havaii)






Hoje fui além. Lembrei do queria esquecer e acabei tendo um dia normal. Quem poderia me dizer se emoção e sentimento são sinônimos? Responda depois...aliás, falando em “depois” lembrei mais uma vez do que eu queria esquecer. O resultado um belo e harmonioso passeio pela praça ao sabor de um pastel. Deus me perdoe, mas Fernando Pessoa e um gênio, ele é um mentor-poético-crítico. E o que dizer do Pablo Neruda? Anormal! Graças ao mestre hoje contemplo os versos deste admirável missionário romântico.
Dá-me amor, meus admiráveis devaneios rancorosos, pois eu cansei da amargura dos meus sentimentos e da tolice da minha timidez. To odiando o eu te amo, já ta com cara de hipocrisia...Cansei. Sopra minuano e dane-se a razão. Eu era moralmente superior.

terça-feira, 27 de junho de 2006

para o joguinho...

ao invés de cantar o hino nacional eles poderiam cantar "o vento" - los hermanos.
vou ligar a tv e colocar sem som, pois não aguento mais o gavião bueno e o casa pequena.
o jogo vai ser legal, vou assiitir com meu avô!
aja coração...

eu digo a dica.

quando alguém perguntar que horas são diga assim:

é hora do Rush!!
é hora do recreio!!
é hora de dar tchau!!
é hora de recomerçar!!
é hora de sinalizar cada cor na contra mão?!
é hora de ouvir Humberto Gessinger!!

pra ser sincero

interprete como quiser
veja o que eu não vi e
chore quando se deve rir
beba o que se é pra comer
faça tudo ao contrário
do contrário
escreve errado
num papel rasgado
a emoção
de um pranto
adormecido
e largado
no mais
findo
aqui
se
é

Friorento Domingo – Parte II

Trecho da história de um cara que estava cansado de correr na direção contrária e caótico como o seu Mestre.

O fim de semana acabou...e agora? Dane-se tudo!
Saudades não irei ter desse momento tão solene. Pra falar a verdade esse fim de semana foi um daqueles em que minha letargia se mostrou mais aguçada. Assim como o professor dormi também é bom. Mas o que é mais difícil do que dormir muito é acorda nessa hipócrita vida, sempre no mesmo local e quase sempre no mesmo horário. O bom disso tudo é que eu descobri que a Amelie gosta de juntar pedras assim como eu, mas tal vez ela seja mais sentimental que eu. Cansei de acorda e ver que as pessoas estão mais egoístas e que melhor seria morar em uma colônia de ratos do que no meio dessa sociedade hipócrita e invalorosa. Agora estou passeando pelo mundo de verônica, uma garota que antes de ceifar a sua própria vida, pensou nos outros...Ela é encantadora, e eu sou um imbecil!

Friorento Domingo – Parte I

Trecho da história de um cara que estava cansado de correr na direção contrária.

Os ventos que sopram minha vida são diferentes daqueles que sopra a vida da grande massa alienada. O ponteiro do relógio agora marca meia-noite e quinze e o vento que corre pelo meu quarto parece-me que é o único livre nesta situação. Ele circula pelo quarto, corre até a cozinha e salta pela janela, provavelmente irá percorrer o quarto de minha amada. Como queria eu ser esse livre vento!
Olho pro céu e não vejo a lua. Olho continuamente e não a vejo, também não vejo as estrelas, o tempo fechou. Somente vejo as luzes da metrópole adormecida de quintal. Olho pro espelho e vejo um cara barbado – cansei de olhar – vejo um garoto cansado de dar satisfação para os outros, um garoto que quer explodir as três leis da atitude...um menino que brinca de voltar ao passado e que mesmo não sabendo escrever, acabe rabiscando pra esquecer suas mágoas. Agora estou a observa “o pescador de ilusões”, ele está mais macambúzio. A inconsolação do pescador me fascina e os quadro de Munch colaboram para minha embriagues. Estes dias tenho achado a vida maravilhosa demais – exagerei – mas aos poucos vou perdendo o desejo vital, pois não tenho nenhum passagem de trem. Quem dera sentir o gosto do morgado, o seu auciônico cheiro e a sua cor infernal. Hoje não chorei como de costume, pois tive sonhos que de uma maneira terrível me deixaram o pouco conformado. Amanhã se tudo sair como é, será outro dia, mais uma segunda tediosa. Já sei o que vai acontecer; vou acorda cedo (sem fome como sempre), depois irei trabalhar, depois vou para casa. Minha vida tornou-se robotizada, nada de novo acontece. É uma vida de todos e ao mesmo tempo de ninguém, quem sabe um dia eu ponho um ponto final em tudo nisso

segunda-feira, 26 de junho de 2006

acabei de acordar...

assim como o tempo, acabei de acordar. ontem preparei um texto pra postar, mas como acordei sonolento demais, não tive saco pra postar. que ironia - o texto era sobre essa minha insolene sonolência. depois eu posto.

sábado, 24 de junho de 2006

se a plebe voltou, o frejat também!

AMOR PRA RECOMEÇAR

momentos perdidos

há na vida um momento de extrema aflição, é por ele que estou passando. não sei bem se posso chamá-lo de momento de aflição, mas como não consegui pensar em outro nome resolvi colocar esse. sempre estamos amando pessoas erradas, isso é fato!- e comigo não é diferente, eu sempre cometo "burrada amorosa". a poucos dias cometi uma, e acho que estou prestes a cometar outra, não quero nem pensar...

sexta-feira, 23 de junho de 2006

tô cansado!

sono
dor

z
zz
zzz
zzzz
zzzzz

terça-feira, 20 de junho de 2006

à noite eu sentei e chorei

as noites nunca sabem
elas apenas sentem

as noites nunca amam
pois elas sempre são amadas

tudo na noite é igual

até um ponto;
seja de interrogação ou final!

sobre a morte

por eu falar da morte se eu ainda nem morri.
estou certo?
ou não... sérá que eu morri e não percebi?
verônika que o diga.

diálogo na taberna.

Numa tarde fria e sem razão, o filósofo Álvaro Ruiz foi consultar o oráculo. ao se aproximar viu que a sua grande amiga Sophia ali se encontrava. era o que ele queria. enfim, Ruiz logo questionou Sophia sobre vários assuntos:

Álvaro Ruiz: O abraço cálido, que agora enfaixa teu corpo no meu, foi sentido com inquietante paciência.

Sophia: O teu doce sabor faz a minha vida radicalmente mudar.

AR: Já pensou alma vez na possibilidade do acoso na variação de um tempo de um segundo?

S: tal pergunta deverá ser direigida ao Sr. filósofo Marcelino¹, pois segundo ele, uma borboleta no oceâno índico poderá causar um tufão no oriente médio.

Àlvaro Ruiz desencantado com Sophia, diz: - então eu sou um bosta.

Sophia responde solenemente: - e eu sou uma desvairada.

terminam a conversa rindo!!!


¹ - filósofo que prega arduamente a teoria do caos como solução dos problemas.

Jus versos

poesia construída com a ajuda do meu grande amigo e mestre Lord sebastian.

Embora possa parecer
até que se prove o contrário
não é, deve ser.
por que o que não está na essência...
é acidente sem culpa.
a pespectiva cósmica atenua a tragédia?
se partirmos do pressuposto racional,
data vênia, quem sabe...

segunda-feira, 19 de junho de 2006

DIÁRIO DE UMA PAIXÃO - PARTE II

entre passáros e cisnes surgiu o antigo amor
veio também o sentido da vida

tão forte que a chegada ao seco demorou
uma eternidade...

e espantosa foi a explosão dos lábios
o beijo foi letal

ela entegou-se livrimente,
já ele viu nuvens.


paixão.

deixe eu aqui no meu mundinho...

sempre que estou no meu mundinho - quase sempre surge uma bruxa - vou matá-la com minha metralhadora que está carregada de mágoas. doan bruxa, deixe eu criar minha poesias em paz - sei que você não gosta do meu estilo, eu entendo, sou tolerante, mas deixe eu em paz. sua chata! olha que eu não tô mais suportando. deixa eu mostra a poesia que eu fiz agora:
agora as flores dormem sem sentir rancor
e eu que não bebia
não vejo a hora de sentar numa mesa (de bar)
e compor versos com sabor de vinho.
pelo menos assim ficarei preenchido
e com uma baita dor de cabeça.
gostou?
já sei, muito livre não é?
deixe-me em paz, dona bruxa!

sábado, 17 de junho de 2006

voltando ao que era...

ela não volta

se um dia você chegou e arrebatou meu coração,
naquela tarde azulada você se foi...

não é mentira quando dizem:
"alegria de pobre dura pouco"





---------------------------------------

lição 1

os versos metrificados são prisioneiros dos controladores.
já os versos livres são filhos de um anarquista. (gostei)



---------------------------------------

depois do crepúsculo

do que adianta tantas vezes cindir meu coração?
você acha que eu não desistirei?

"amar não é ter tanta ceteza"

um dia eu deixarei você de lado (escanteio ou lateral - escolha)
pode apostar...

hoje não podemos rir: Adeus Bussunda

ainda não estou acreditando na notícia; "morre Bussunda" - que avalanche!!!
realmente o sorriso dá lugar ao choro, pq a piada perdeu o seu regente mor!


mas a vida é cruel mesmo...
quem sabe nos encontramos depois!

sexta-feira, 16 de junho de 2006

GLOBOalização



Difícil é chegar pra assitir os jogos da copa e somente poder contar com a rede globo(que monopólio chato). para aqueles que estão ligados aos canais assinados é bom, pois podem acompanhar pela Band Sports ou por outra emissoras, mas para nós mortais fica aquela frase idiota do Cleber machado; "você que se liga na globo..." e a pior, a grande " punhalada" do Gavião Bueno: " ...bem Amigos da Rede Globo..."

tem coisa pior?!

esquadros e a palo seco.


essas canções caíram nas graças dos hermanos.
Amarante tocando "esquadros" - Adriana Calcanhoto -
e Camelo tocando "A palo seco" - Belchior - incrível!

o acústico MTV (lual) tá mesmo de matar.

quinta-feira, 15 de junho de 2006

o quarteto do cinema.

ontem à noite fechei o quarteto do cinema, ou seja, vi o último dos quatro filmes mais badalados do mês. o melhor! x-men, realmente é digno de está no primeiro lugar. um filme que apesar de ter muita violência e efeios mais que especiais, é brilhante. uma trama clássica.

não estava querendo assistir pq tava de saco cheio de ver violência nas telas, mas como sou curioso, resolvi vê-lo. não me arrependi.

quanto aos outros filmes dispenso comentários. o código da vinci fica em segundo, logo atrás vem missão impossível III, já na última colocação eu deixo para A profecia ( que filme obsoleto).

descobri mais um sentimental...WOLVERINE, matou a amada para salvar o mundo! eu não faria isso. eu deixaria ela destuir o mundo...

que interpretação...


hoje tava dando uma olhada em alguns sites de música quando encontrei uma matéria sobre os cariocas Los hermanos. veja que matéria sem nexo. segundo o site, o los hermanos fizeram uma aopologia ao homosexualismo na música " Conversa de botas batidas" - Marcelo camelo - veja que aberração.

o site fala que por ser o los hermanos uma banda melódica isso causa um atração maio nos gays, mas resalva ao falar que nem todos gostam da banda, pois há aqueles que gostam mais de músicas atrativas ao público jovem, como é o caso do cpm 22 e do charlie brown jr. outro fato interessante é que uma vez eu vi uma comunidade dos los hermanos no órkut (para Emílio do pânico) o rapaz escrever que a música "ùltimo romance" - Rodrigo Amarante - faz alusão ao Romance de maria madalena e Jesus Cristo. (esse foi mais longe).

tudo bem que há gays que gostam dos los hermanos, agora dizer que um dos grandes clássicos da música brasileira fala de um romance homo, isso não tem nada haver.

"conversa de botas batidas" é a música de um casal (homem - mulher) que resolve cair na real e se entregar de vez aos encantos do seu amor. não vejo nenhuma relação como o homosexualismo.

veja a matéria: http://mixbrasil.uol.com.br/mp/upload/noticia/3_46_49441.shtml

o futebol pode ser bonito, mas o hino...

isso mesmo. o futebol da seleção inglesa pode ser bonito de se ver, mas o mesmo não posso dizer do hino deles. agora a pouco guando liguei a tv para acompnhar a abertura do jogo de Trinidad e Tobago versus Inglaterra, senti vontade de desligar a televisão por causa daquele hino horrível inglês. "Deus salve a Rainha! Deus, ilumine a Rainha! que hino mixuruca...

O mais impressonante é que eles cantam com a mais explêndidas das euforias.

já o hino de Trinidad é lindo. Fala de esperança, de união das etnias em uma só terra, fala de vitoria, de derrotas, ou seja, tem tudo que um belo hino precisa.

quarta-feira, 14 de junho de 2006

o fenômeno é sentimental.


como eu fui incoerente. como não pude perceber que o fenômeno também faz parte do atual mundo dos derrotado?!!

em toda copa do mundo uns se alegram enquanto outros choram, pq a copa está no mundo e sempre que algo se realizar nesse mundo sempre irá existir os que perdem e os que ganham.
em 2002 o Fenômeno foi o rei, nessa copa provavelmente será o Kaká...pq em tudo existe esta absurda dicotomia. loucura que os deuses implantaram!

é sempre assim, as pessoas tendem a não lembrar as coisas que fazemos. enfim, o Ronaldo é um sentimental e pronto!

obs: eu estou deixando de trabalhar pra ficar postando essas bobagens.
deixa eu ir que ainda tenho muito o que fazer...processos e petições me aguardam. eu odeio tudo isso!

os dias estão enfermos!

hoje entrei no ônibus - surpresa! - encontrei uma antiga amiga de infância, e o olha o que ele me disse: " eu não vou mais mendigar beijo de ninguém"

achei estranho, mas ela tá mais do que certa...eu vou seguir o conselho dela¹.

o dia 13 é o dia do são zagalo. pobre herói. seu choro perante milhões de espectadores só fez confirma a minha teoria do sentimentalismo. o zagalo é sentimental. o ronaldo está prestes a torna-se um...o sentimental vive quando todos o odeiam. isso é, nem sei o que isso é.

somente três coisas me fazem rir; o pânico na tv, a coluna do simão e a vila maluca...agora só uma coisa me faz perder a cabeça; aquela música chata da Vanessa Camargo, uma cópia aportuguesada de um hit americano. que horror!

e quando chego em caiu na tentação de assistir as novelas insuportáveis, tolas pq já são previsíveis, ingratas pq induzem e ludibriam quem não tem colírio.

depois eu conto mais, mas por último trago notícias. é que o grande sucesso do reggae é um judeu, isso mesmo, um judeu. ele se chama Matysiahu...um regueiro ortodoxo.

no dia 12 fui ao shoping, não fui ao cinema pq tava cansado de tantas mortes incríveis, resolvi pensar um pouco. resultado, acabei encontrando um livro poesia chamado cidade solar. o livro é lindo, simples mais com conteúdo. depois eu mostro o flog do livro.

vou dormi, pq hoje o universo foi feito para um bomo sono!

segunda-feira, 12 de junho de 2006

assim falou pilar.


" o amor é sempre novo. não importa que amemos uma, duas, dez vezes na vida. sempre estamos diante de uma situação que não conhecemos. o amor pode nos levar ao inferno ou ao paraíso, mas sempre nos leva a algum lugar. é preciso aceitá-lo, porque ele é o alimento da nossa existência. se nos recursarmos morreremos de fome vendo os galhos da árvore da vida carregados, sem coragem de estender a mão e colher os frutos. é preciso só buscar o amor onde estiver, mesmo que isso signifique horas, das, semanas de decepções e tristezas "

deixa o vento em ventar...


"o estrago que faz a vida é curta pra ver"

uma música que não precisa de vinho para ser entendida.
a música que o coração sente sem ao menos provar; talvez ela renasceu do amor.

as lágrimas querem passar.

agora tudo que era contra o que eu pensava vai muito além de mim. nem eu mais sei quem sou. vou procurar o que perdi onde eu menos imagino ter perdido. e se ela não tá afim, eu entendo. enfim, vou procurar um rio pra chorar enquando espero meu coração se torna novamente um concreto.

as lágrimas querem passar, porque elas já estão represadas e isso não é bom. não pense que fiquei louco ou sou mais um seifado pela evasiva anomia, não pense isso de mim...

hoje eu aprendi o que podemos fazer para não gostar mais do que somos. (nem queram saber)

o importante é que estou no ar. e os jornais vão ter paz agora!