sempre que estou no meu mundinho - quase sempre surge uma bruxa - vou matá-la com minha metralhadora que está carregada de mágoas. doan bruxa, deixe eu criar minha poesias em paz - sei que você não gosta do meu estilo, eu entendo, sou tolerante, mas deixe eu em paz. sua chata! olha que eu não tô mais suportando. deixa eu mostra a poesia que eu fiz agora:
agora as flores dormem sem sentir rancor
e eu que não bebia
não vejo a hora de sentar numa mesa (de bar)
e compor versos com sabor de vinho.
pelo menos assim ficarei preenchido
e com uma baita dor de cabeça.
gostou?
já sei, muito livre não é?
deixe-me em paz, dona bruxa!

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