Hoje, faz vinte dias que voltei pra casa. Onze dias passei fora. Sim, onze dias sentindo aquilo que chamei de sentimento estranho. Sentia algo muito bom e muito ruim. Desde aquela madrugada fria, nunca imaginava que os caminhos de um homem não estão em suas mãos, mas na mão de Deus. Sei que, ultimamente, Deus foi alvo de minhas críticas, porém ele é sábio o suficiente pra calar o meu coração.
Deus é bom. Bondoso. É acima de tudo misericordioso. Prefiro ser amigo de Deus, a ser amigo dos prazeres.
Quando saí de casa, buscava a solidão, queria ficar eternamente só, mas Ele me fez acreditar novamente nas pessoas, sobretudo nos amigos e na minha família. Por mais estranho que parecia tudo aquilo, ele fez minha justiça e cuidou de mim. Levou-me à casa de um verdadeiro amigo e colocou em mim um desejo de ver novamente aqueles que eu tanto amo.
Estou relendo “na natureza selvagem” – John Krakauer - e nesta odisséia literal acabei tento uma absoluta certeza de que Chris pretendia voltar. Talvez o seu desejo por liberdade fosse aguçado pelas más relações em casa, assim como os meus também foram. O certo é que não sei se a experiência de “Alex” me influenciou, mas posso dizer que, por um bom tempo, senti-me bem, mais precisamente nos momentos em que estava sozinho. Não nego que era doloroso ler os e-mails que recebia. Lembro-me de uma vez que chorei numa lan house – não por aqueles e-mails “moralistas” (volta, todos estão preocupados!), mas daqueles amigos e amigas que diziam que me amavam e que sentiam minha ausência. Confesso, estava muito sensibilizado, porém somente os e-mails faziam-me chorar. A solidão confortava-me demasiadamente.
Agora, vinte dias após a minha volta, as coisas estão mais ou menos. Sinto saudade daquele ócio delirante. Sinto saudade da pedra do cruzeiro. Sinto saudades do clima de Guaramiranga. Também sinto saudades do amigo que me acolheu em sua casa.
Sei plenamente que, alguns que se dizem amigo, zombam de mim, sobretudo quando estou ausente, porém eu os desprezo demasiadamente, porque, pra mim, eles não significam absolutamente nada, aliás, significam sim, idiotices e asneiras. É bom voltar, ainda que a volta signifique uma dor enorme, ainda mais quando você não está preparado para as voltas e reencontros.
Deus é bom. Bondoso. É acima de tudo misericordioso. Prefiro ser amigo de Deus, a ser amigo dos prazeres.
Quando saí de casa, buscava a solidão, queria ficar eternamente só, mas Ele me fez acreditar novamente nas pessoas, sobretudo nos amigos e na minha família. Por mais estranho que parecia tudo aquilo, ele fez minha justiça e cuidou de mim. Levou-me à casa de um verdadeiro amigo e colocou em mim um desejo de ver novamente aqueles que eu tanto amo.
Estou relendo “na natureza selvagem” – John Krakauer - e nesta odisséia literal acabei tento uma absoluta certeza de que Chris pretendia voltar. Talvez o seu desejo por liberdade fosse aguçado pelas más relações em casa, assim como os meus também foram. O certo é que não sei se a experiência de “Alex” me influenciou, mas posso dizer que, por um bom tempo, senti-me bem, mais precisamente nos momentos em que estava sozinho. Não nego que era doloroso ler os e-mails que recebia. Lembro-me de uma vez que chorei numa lan house – não por aqueles e-mails “moralistas” (volta, todos estão preocupados!), mas daqueles amigos e amigas que diziam que me amavam e que sentiam minha ausência. Confesso, estava muito sensibilizado, porém somente os e-mails faziam-me chorar. A solidão confortava-me demasiadamente.
Agora, vinte dias após a minha volta, as coisas estão mais ou menos. Sinto saudade daquele ócio delirante. Sinto saudade da pedra do cruzeiro. Sinto saudades do clima de Guaramiranga. Também sinto saudades do amigo que me acolheu em sua casa.
Sei plenamente que, alguns que se dizem amigo, zombam de mim, sobretudo quando estou ausente, porém eu os desprezo demasiadamente, porque, pra mim, eles não significam absolutamente nada, aliás, significam sim, idiotices e asneiras. É bom voltar, ainda que a volta signifique uma dor enorme, ainda mais quando você não está preparado para as voltas e reencontros.

3 comentários:
Onde estava a autêntica saudade, na solidão? E Platão nesses dias movimentação estudantil, também?
agora sinto saudades da "verdinha" gelada no fim da tarde.
platão substituira nietzsche... ou não!
cara, sinto valta do tempo que o tempo acordava...
Postar um comentário