sábado, 17 de fevereiro de 2007

No compasso do entrudo
minhas lágrimas saem para festejar,
Pra ver o bloco passar.

Elas agora querem ser lágrimas de felicidade
Pois não agüentaram o sofrimento.
Saíram de mim, assim como o filho pródigo abandona o pai.

Que indivíduo é este que nem as suas próprias lágrimas o amam?
O que faz ele sofrer tanto?
Sei lá... O que sei é que falta pouco pra cidade ficar vazia outra vez.

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