terça-feira, 12 de junho de 2007

noite do dia 12 de junho.

O shopping center não é o melhor local pra se ir no dia dos namorados (pelo menos quando se estar solteiro). Cansei de ver casais. Aliás, a palavra cansaço me parece até muito leve. Foi assim o dia 12 de junho. Pra ser sincero, eu nem me tocava que era o dia dos namorados. o problema é que quando saí do estágio não estava a fim de ir pra casa, aí decidi ir ao shopping. Procurei um filme bom, daqueles de faz mudar a percepção, não encontrei. Daí decidi assistir a um desses que estão em cartaz – piratas do caribe ou homem aranha -, resultado, desisti na hora, é muito chato ver esses filmes de ficção, são clichês demais, além do mais eu sempre saio do cinema uma merda. Fiquei perambulando pelas “ruas” do shopping, uma perambulação só pra ver se pensava em algo inusitado, só pra cumprir a grande lição do mestre Nietzsche, ou seja, sempre desconfiar das idéias que se tem quando se estar sentado. Rodei, rodei e rodei, nada mais. Ah! Lanchei. No final, acabei indo pra casa. Decidi ir andando, só pra seguir a lição de outro mestre, Henry D. Thoreua. Andei até em casa. Naveguei pelas ruas ao som de Nirvana – “in bloom”. Em casa, pus o acústico do lobão pra tocar, chorei de saudade de alguma coisa, talvez da minha infância... talvez não...

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