
Ultimamente, não tenho dado muita atenção ao blog. Estou ausente, mas não se preocupem, porque eu também estou ausente de mim mesmo.
Anna, perdoe-me por não lhe mandar o e-mail prometido. Não sei como explicar a minha ausência.
Acabei de ler um texto do rui. o cara é simplesmente um “mostro”. Coloca as palavras nos seus lugares. Não critica da maneira que os mortais criticam. Critica com arte.
Meus heróis são fictícios e reais: lester burnham, jim morrison, meursault, camus, chris mccandless, van Gogh, neruda, Nietzsche, lima barreto, werther, Batman, pica-pau, coragem – o cão covarde, thoreau, raul, nando, r. ceni, patolino, etc...
minhas poucas dívidas são amorosas. Deixam-me com constantes dores de cabeças. Minhas idéias são um reflexo do que eu vivo. Assim, considero-me um existencialista... “ou não”...
este é o mundo da incerteza. Um mundo que agora torna-se mais certo, mais plausível. talvez seja normal não saber o que fazer da vida aos 23 anos de idade. Estou começando acreditar que a busca pelo prazer começa quando a vida não é levada tão a sério.
Ontem, os telejornais comemoraram as decisões do stf. Todo mundo adulou a alta corte. Meu niilismo, que por sinal está mais aguçado, não vê muita graça nos comentários da tv. É só um julgamento, só isso e nada mais! O que é um julgamento comparando ao “último romance”? NADA! esta é a única resposta. Valorizamos demais as besteiras da tv e esquecemos da imensidão de coisas que podemos admirar. Não sei como encontrar uma saída pra isso tudo. Aliás, eu acho que não tem saída. O fim é trágico, no mínimo.
Só há uma resposta: “tanto faz”!

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