“Perto das mulheres”, já diz o poeta, “ou falamos asneiras ou ficamos calados”. Temos amizades de pessoas conhecidas, temos o amor dos familiares, porém só o amor de uma mulher deixa-nos prestes a hesitar.
O aforismo Nietzschiano, em “Gaia Ciência”, é bem claro: “se o teu coração bate por uma mulher, Rouba-a”. Acha a esta citação forte? Não, nossos corações é que estancaram o inesgotável poço de lirismo que há no coração dos homens. Quem, hoje, sente amor como o Vinícius de Morais? Quem ousa, por amor, compor sonetos como os de Camões? A resposta é: Ninguém! Porque, lentamente, nossa inocência sentimental perdeu-se em meio a este "caos" simbólico e antivida.
O aforismo Nietzschiano, em “Gaia Ciência”, é bem claro: “se o teu coração bate por uma mulher, Rouba-a”. Acha a esta citação forte? Não, nossos corações é que estancaram o inesgotável poço de lirismo que há no coração dos homens. Quem, hoje, sente amor como o Vinícius de Morais? Quem ousa, por amor, compor sonetos como os de Camões? A resposta é: Ninguém! Porque, lentamente, nossa inocência sentimental perdeu-se em meio a este "caos" simbólico e antivida.
O fato é que perdemos o amor por amor, isto é, aquele sentimento incondicional que rege a sinfonia do amar sem ser amado; um sentimento que, na obra de Shakespeare, ilumina os amantes a esquecerem os seus nomes e, definidamente, partirem para um conhecimento pleno da paixão – um conhecimento bem no estilo Neruda, ou seja, “unir-se não com fios, mas com perfumes”.
Amar talvez seja esperar educadamente e não macambuziar-se com o espinhoso desprezo por parte da amada. É, pois, irritar-se com a falta de paciência que temos.

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