
( o céu de suely, 2006)
O céu do iguatu. A vida de Suely. O horizonte que clama por liberdade. O forró que toca no rádio do clube mais vagabundo da cidade. Tudo isso se passou no “meu” domingo. Sim, foi meio que desesperador, quando percebi que estava cantando uma música do avião do forró. Cantei com a mesma sensação de liberdade que a Hermila cantava. Ainda bem que já parei de cantar.
A cerveja gelada com churrasco. A moto. Tudo é mesmo arrebatador. Num sei, mas qualquer dia desses visitarei a terra do ‘amigo augusto’. “Aqui começa iguatu”, “aqui começa a saudade de iguatu”, diz a placa da rodovia. A saudade não é de iguatu, visto que nunca fui lá, mas é de Suely, aquela garota que pode ter o melhor sentido da palavra aventureira. A Suely que representa a estrela mais esperançosa que já conheci. Grande é o horizonte. Grande é o mar de céu. O céu que é o lugar onde todo mundo diz que vai ser feliz. É a vida o horizonte mais distante que eu já vi. Vida, sim, vida digna...
Saudades? Claro que sim... Saudades de Suely.

2 comentários:
dom quixote,
eu já tive o projeto de ver esse filme quando passou no cine dragão do mar. perdi. mas ainda vou verei.
ótimo texto.
wilmot,
só uma palavra pra esse filme: lindo.
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