"...'Cause all I ever had:Redemption songs."
"...porque tudo o que eu sempre tive foram canções de redenção."
(Bob Marley, “Redemption Song”)
"...porque tudo o que eu sempre tive foram canções de redenção."
(Bob Marley, “Redemption Song”)
Descobrimos caminhos invisíveis. Construímos pontes ligando os extremos. Por um dia, fomos a lei e a sentença. Duvidamos de tudo, e julgamos e a condenamos à pena máxima – morte. Deus, na sua sabedoria, não nos aniquilou porque deixo-nos escolher os caminhos - nós, porém, esquecemos o outro lado do caminho. Assim pode-se dizer algo de “Eu sou a lenda”. Até aqui, considero-a uma alegoria tocante, dessas que só Platão e Cristo foram capazes de construir.

À noite, o homem não sai. Sua liberdade mantém-se limitada ao dia – é semelhante a um espinho encravado na carne. Sua incapacidade de pedir ajuda o fere toda noite. Seu fardo, no entanto, destrói sem piedade alguma seus sonhos e planos. Suas fantasias nada ensinam, e suas mágoas o deixam rancoroso não só com o desprezível mundo, mas, sobretudo com sua inaptidão para renovar suas idéias e forças. Perdido numa cidade abandonada ele nega os que verdadeiramente existem, e, num passo inconstante, cria amigos imagináveis que, para ele, são os mais valiosos. A chuva, o sol e um simples dia de silêncio não têm mais aquele simbólico sentido, mas somente o sentido original, isto é, água, calor e silêncio. Suas verdades, seu passado e sossego foram embora, ficou um espelho onde tudo isso é refletido.
Sem saber que está sendo observado bem de perto, os "modus" fazem com que ele perca o já distante alvo, passando assim a mergulhar num muro de lamentações falso. Esquece suas virtudes e abandona a certeza. Sofre. Pensa nas coisas da vida. O poema a uma amiga é a única coisa que lhe restou. Na cidade fantasma, ele esquece os discurso mais perverso. Agradece apenas o que mais o agrada: a ausência do barulho das buzinas. Sente falta do vento batendo violentamente no rosto, e das ondas que rolavam constantemente. Sua única alegria: a sincronia da música. Não sente falta de acordes e melodias chorosas, mas da sincera mensagem deixada pelo poeta esquecido. Gosta do caráter honesto que soa do rádio, que, para o solitário, é o único companheiro.
Até o momento, ele não sabe se está vivo ou morto. E, por uma ironia do destino, teve que voltar a universidade e a esta patética vida segura; Todavia, até o prezado momento, não sabe o que faz aqui.
Sente falta da face da virgem aquela face que, nos tempos de aflição, o confortava. Não encontra na de bom nesta vida, e este deve ser o problema. Sente demais, e este também deve ser um problema. O holofote, nele, cega mais que ilumina. A insônia ajuda-o a chegar ao fim das velhas páginas de um velho livro. No fim, aproximadamente às três da manhã, o som da liberdade entre pela janela e o faz dormir. Há muito ele não tem sonhos bons.
Sem saber que está sendo observado bem de perto, os "modus" fazem com que ele perca o já distante alvo, passando assim a mergulhar num muro de lamentações falso. Esquece suas virtudes e abandona a certeza. Sofre. Pensa nas coisas da vida. O poema a uma amiga é a única coisa que lhe restou. Na cidade fantasma, ele esquece os discurso mais perverso. Agradece apenas o que mais o agrada: a ausência do barulho das buzinas. Sente falta do vento batendo violentamente no rosto, e das ondas que rolavam constantemente. Sua única alegria: a sincronia da música. Não sente falta de acordes e melodias chorosas, mas da sincera mensagem deixada pelo poeta esquecido. Gosta do caráter honesto que soa do rádio, que, para o solitário, é o único companheiro.
Até o momento, ele não sabe se está vivo ou morto. E, por uma ironia do destino, teve que voltar a universidade e a esta patética vida segura; Todavia, até o prezado momento, não sabe o que faz aqui.
Sente falta da face da virgem aquela face que, nos tempos de aflição, o confortava. Não encontra na de bom nesta vida, e este deve ser o problema. Sente demais, e este também deve ser um problema. O holofote, nele, cega mais que ilumina. A insônia ajuda-o a chegar ao fim das velhas páginas de um velho livro. No fim, aproximadamente às três da manhã, o som da liberdade entre pela janela e o faz dormir. Há muito ele não tem sonhos bons.

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