§3
Não é bom ser um ‘bonzinho’.
Não é bom ser um ‘bonzinho’.
Depois de altas doses de uma fumaça densa e equilibrada, viu-se a insônia curar-se apenas com boas doses de Kundera. O ano de dois mil e sete mostrou-se perfeito para a leitura de “o estrangeiro”, já o ano de dois mil e oito mostra-se cada vez mais propício à continuação de “A insustentável leveza do ser”.
Não sei se foi o destino que nos trouxe deus ou se foi Deus que nos apresentou o destino, todavia, parece ser a coincidência a fusão dos dois, isto é, a fusão de Deus-destino. Kundera refere-se a “Ana Karênina”, de Tolstoi, e isso é o que me deixa preocupado, pois consegui tal obra e ainda não a li - coloquei- a na fila de espera. Falta de tempo? Creio que não, acho que tenho dado prioridade aos sonhos.
Mas isso não é o que me faz oscilar entre a leveza e o peso, até porque tal dilema é saudável. O insuportável é saber que tenho de pagar R$ 276,27 ao Estado, pois, segundo eles, quando deixei o estágio, um pequeno débito foi deixado bom mim. Ora, “PORA”! Tudo bem que eu tenha sacado um dinheiro que eu não merecia, no entanto, eles esqueceram de colocar na porcaria daquele ofício que o mesmo rapaz que deve ressarcir os cofres públicos, também trabalhou dois anos sem sacar um tostão, ou seja, o otário que vos falar agora trabalhou dois anos de graça para aqueles malfeitores jurídicos. Mas tudo bem, pois é isso que se ganha quando se é um ‘Bonzinho’. É como diz uma comunidade do orkut: “os bonzinhos só se fodem”
Não sei se foi o destino que nos trouxe deus ou se foi Deus que nos apresentou o destino, todavia, parece ser a coincidência a fusão dos dois, isto é, a fusão de Deus-destino. Kundera refere-se a “Ana Karênina”, de Tolstoi, e isso é o que me deixa preocupado, pois consegui tal obra e ainda não a li - coloquei- a na fila de espera. Falta de tempo? Creio que não, acho que tenho dado prioridade aos sonhos.
Mas isso não é o que me faz oscilar entre a leveza e o peso, até porque tal dilema é saudável. O insuportável é saber que tenho de pagar R$ 276,27 ao Estado, pois, segundo eles, quando deixei o estágio, um pequeno débito foi deixado bom mim. Ora, “PORA”! Tudo bem que eu tenha sacado um dinheiro que eu não merecia, no entanto, eles esqueceram de colocar na porcaria daquele ofício que o mesmo rapaz que deve ressarcir os cofres públicos, também trabalhou dois anos sem sacar um tostão, ou seja, o otário que vos falar agora trabalhou dois anos de graça para aqueles malfeitores jurídicos. Mas tudo bem, pois é isso que se ganha quando se é um ‘Bonzinho’. É como diz uma comunidade do orkut: “os bonzinhos só se fodem”

Um comentário:
que pooooora é essa, cara?
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